Uma vez sonhei que podia voar
Uma vez sonhei que
podia voar
2025
Madeira, argila terracota e gesso pedra
- 80 x 30 x 8 cm
Madeira, argila terracota e gesso pedra
- 80 x 30 x 8 cm
A matriz de terracota projeta clones de gesso branco sobre
o suporte de madeira, compondo uma narrativa de queda.
Anjos — crianças aladas — condensam o desejo humano
de ascender, de transcender o corpo. O voo, interditado à
nossa condição terrena, simboliza o sagrado e a liberdade
que não possuímos.
Mas caímos — e, da matriz do sonho, nascem cópias.
Gerações se sucedem com o mesmo anseio: tocar o céu,
romper o chão. A queda é humana, mas o impulso de
voar, eterno.