Mariana
Antonucci

Mariana
Antonucci

Uma vez sonhei que podia voar

Uma vez sonhei que
podia voar

2025

Madeira, argila terracota e gesso pedra - 80 x 30 x 8 cm

Madeira, argila terracota e gesso pedra
- 80 x 30 x 8 cm

A matriz de terracota projeta clones de gesso branco sobre o suporte de madeira, compondo uma narrativa de queda. Anjos — crianças aladas — condensam o desejo humano de ascender, de transcender o corpo. O voo, interditado à nossa condição terrena, simboliza o sagrado e a liberdade que não possuímos.

Mas caímos — e, da matriz do sonho, nascem cópias. Gerações se sucedem com o mesmo anseio: tocar o céu, romper o chão. A queda é humana, mas o impulso de voar, eterno.